sábado, 30 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Renda
Seus olhos estiveram cansados,
mas eles cantavam.
Sua canção poderia ser outra.
Uma bonita, com arranjos e tudo.
Um soneto puro e bem rendado.
Mas ela deixou passar por aquela fenda.
mas eles cantavam.
Sua canção poderia ser outra.
Uma bonita, com arranjos e tudo.
Um soneto puro e bem rendado.
Mas ela deixou passar por aquela fenda.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Graveto
Ele acha que pode
Ele pensa que tem
Até diz que é.
Como não vê que
sozinho assim,
não
há
nada?
Ele pensa que tem
Até diz que é.
Como não vê que
sozinho assim,
não
há
nada?
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Noite no cais
E de repente, por azar
viu a única satisfação se esfarelar
Aos poucos
Até virar rotina.
Pode dormir,
que o navegante não vem.
nem com ele a melodia,
das mansas brechas de ternura.
viu a única satisfação se esfarelar
Aos poucos
Até virar rotina.
Pode dormir,
que o navegante não vem.
nem com ele a melodia,
das mansas brechas de ternura.
domingo, 27 de março de 2011
Um pedaço meu.
Tenho um pedaço meu inconformado.
Ele faria do último afago o infinito,
do futuro, um mito sem sabor.
(Ele teria sussurado algumas palavras)
Um pedaço meu que é fraco, chorão e ansioso.
O outro pedaço ficou ali.
Ele faria do último afago o infinito,
do futuro, um mito sem sabor.
(Ele teria sussurado algumas palavras)
Um pedaço meu que é fraco, chorão e ansioso.
O outro pedaço ficou ali.
quarta-feira, 16 de março de 2011
voou voou voou voou
"(...)Sabiá fugiu do celeiro,
foi morar lá no abacateiro.
E a menina pôs-se a chorar,
vem cá, sabiá, vem cá.(...)"
Não sei mais se sou
O Sabiá, ou a Menina.
foi morar lá no abacateiro.
E a menina pôs-se a chorar,
vem cá, sabiá, vem cá.(...)"
Não sei mais se sou
O Sabiá, ou a Menina.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
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